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	<title>Autobiografia &#8211; Quem sou eu &#8211; Marcelo Silva</title>
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	<title>Autobiografia &#8211; Quem sou eu &#8211; Marcelo Silva</title>
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		<title>O amor e os filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 18:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Autobiografia - Quem sou eu]]></category>
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					<description><![CDATA[Filhos: Leonardo, Ana Carolina e Marcela Em 1980 nasceu minha primeira filha: Ana Carolina Mota da Silva, um amor de pessoa. No início da década de oitenta encontrei a companheira e amada maranguapense Virgínia Adélia Rodrigues Carvalho com quem compartilho vida e sonhos. Ela é neta do meu saudoso e espirituoso cunhado Renato Motta. Descobrir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; FLOAT: right"><img decoding="async" border="0" alt="Virginia e eu" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEijqhsq7SfgU1UrVzDxjMyvSWX29zwy4mxsJBKhzL0dzxUbVnmz54uR89fxVSUxxtma4OxUsihRcPCGsZl0Nmbje_FxrfhWxXBGax8CW-YaLvf1UXkUv6-DKoED_QkDa0MCePB7-3173WY/s400/12.jpg" /> </p>
<div style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; HEIGHT: 20px; CLEAR: both; PADDING-TOP: 0px"><strong>Filhos: Leonardo, Ana Carolina e Marcela</strong></div>
</div>
<p>Em 1980 nasceu minha primeira filha: Ana Carolina Mota da Silva, um amor de pessoa.</p>
<p>No início da década de oitenta encontrei a companheira e amada maranguapense Virgínia Adélia Rodrigues Carvalho com quem compartilho vida e sonhos. Ela é neta do meu saudoso e espirituoso cunhado Renato Motta.</p>
<p>Descobrir a Virgínia me levou a uma certeza: o que mais almejamos não está muito longe do nosso alcance, pelo contrário, está muito próximo, basta que tenhamos a capacidade de enxergar.</p>
<p>Tivemos dois maravilhosos filhos: Leonardo Rodrigues Carvalho e Marcela Rodrigues Carvalho.</p>
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		<title>Paquera e futebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 18:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Autobiografia - Quem sou eu]]></category>
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					<description><![CDATA[As primeiras paqueras se davam no point da cidade: a praça Capistrano de Abreu. Era lá onde se reunia a juventude de Maranguape, principalmente, nos finais de semana. Muitas vezes, reunidos em turmas de amigos, ficávamos na praça &#8211; sentados ou em pé &#8211; a observar as garotas que circulavam a praça, também , à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As primeiras paqueras se davam no point da cidade: a praça Capistrano de Abreu. Era lá onde se reunia a juventude de Maranguape, principalmente, nos finais de semana. Muitas vezes, reunidos em turmas de amigos, ficávamos na praça &#8211; sentados ou em pé &#8211; a observar as garotas que circulavam a praça, também , à busca da paquera e do namoro. O cinema, principalmente, nos finais de semana, era uma grande opção de lazer. As festas dançantes, na sua grande maioria, eram realizadas no Maranguape Clube.</p>
<p><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPIz4m9rCB9Xsded-Ya9PUA_dG6XlRAsstG3qDJQUxDvIXDqZO5aFASwG-tJgsiWlUH0ZD1V1s_MC0bU1xAY1jJAKOBn9OuTx4ZhqujDX6O0XDgjtvhCEG7pJprvUVcE26Rhyphenhyphenzf4Lj_60/s1600-h/05.jpg"><img decoding="async" style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; FLOAT: left; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157918516999024642" border="0" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPIz4m9rCB9Xsded-Ya9PUA_dG6XlRAsstG3qDJQUxDvIXDqZO5aFASwG-tJgsiWlUH0ZD1V1s_MC0bU1xAY1jJAKOBn9OuTx4ZhqujDX6O0XDgjtvhCEG7pJprvUVcE26Rhyphenhyphenzf4Lj_60/s400/05.jpg" /></a>No calendário anual das festas religiosas as expectativas maiores se davam para os novenários dos padroeiros da cidade: São Sebastião no mês de janeiro e Nossa Senhora da Penha no mês de setembro. Mais tarde, lá para os anos setenta, liderei um grupo de companheiros e fundamos a primeira boite da cidade que se localizava na praça Capistrano de Abreu. Realmente, na época, foi uma atitude ousada onde enfrentamos, por parte das pessoas mais conservadoras, muitas resistências. Porém, não desanimamos e fomos em frente.</p>
<p>A boite chamava-se Toca do Serrá, mais carinhosamente Toca. Por muito tempo a boite foi um grande sucesso de entretenimento em Maranguape, sendo responsável, inclusive, pela consolidação de vários casamentos.</p>
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		<title>A válvula de escape</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 18:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Autobiografia - Quem sou eu]]></category>
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					<description><![CDATA[Turma do Curso do Ibama (CEMUAM) Participei de muitos debates de combate ao regime autoritário. Tenho na memória as imagens de um grande encontro que se realizou no auditório da faculdade de direito da UFC, com a presença do corajoso senador Teotônio Vilela. Na ocasião foi lançado o movimento “anistia ampla, geral e irrestrita”. Ainda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; FLOAT: left">
<br /><img decoding="async" border="0" alt="Turma do Curso do Ibama (CEMUAM)" src="http://marcelosilva43.sites.uol.com.br/blog/autobiografia/08.jpg" /><br />
</p>
<div style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; HEIGHT: 20px; CLEAR: both; PADDING-TOP: 0px"><strong>Turma do Curso do Ibama (CEMUAM)</strong><br />
</div>
</div>
<p>Participei de muitos debates de combate ao regime autoritário. Tenho na memória as imagens de um grande encontro que se realizou no auditório da faculdade de direito da UFC, com a presença do corajoso senador Teotônio Vilela. Na ocasião foi lançado o movimento “anistia ampla, geral e irrestrita”. Ainda hoje guardo com carinho o livro lançado pelo senador e por ele autografado.</p>
<p>A válvula de escape da minha geração eram as manifestações artísticas, principalmente, a música e o teatro. Os beatles, Elis Regina e Chico Buarque eram minhas maiores preferências. Assisti três shows da Elis: o Falso Brilhante em São Paulo, Transversal do Tempo em Porto Alegre e Trem Azul em Fortaleza.</p>
<p>Concluído o curso de arquitetura e urbanismo ingressei na Prefeitura Municipal de Fortaleza onde trabalho até hoje. Como servidor público realizei vários cursos de especializações com destaque para o Curso de Pós-Graduação em Metodologia e Projetos de Desenvolvimento Municipal e Urbano – CEMUAM no Instituto Brasileiro de Administração Municipal (IBAM) no Rio de Janeiro criado pela grande urbanista argentina Adina Mera que, inclusive, foi minha professora na UFC. Desde então, declinei-me mais pelo urbanismo como profissão. Foi a minha primeira participação em um curso onde predominou o princípio da intersetorialidade.</p>
<div style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; FLOAT: left">
<br /><img decoding="async" border="0" alt="Amigo Esmelin, Virgínia e Eu" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhvZ03x-w8e4wacLtKHCQpwxCgKj0sS4GFEVzlj_u3GhhY4cAkN_y_ORbbZg0yZULNuzAY0KQ3v0sjyzUUeB-0xZloBHUZJIUz7nGnkA5om5kjpC_RsT1tDgsMLhy9l9pCnLuBUVJwxJ7Q/s400/09.jpg" /><br />
</p>
<div style="PADDING-BOTTOM: 0px; MARGIN: 0px; PADDING-LEFT: 0px; PADDING-RIGHT: 0px; HEIGHT: 20px; CLEAR: both; PADDING-TOP: 0px"><strong>Amigo Esmelin, Virgínia e Eu</strong><br />
</div>
</div>
<p>A turma era formada por colegas de diversas formações profissionais vindos de vários estados do Brasil e das Américas do Sul e Central. Das fortes amizades consolidadas deste curso cito meu grande amigo hondurenho Esmelin Mendoza o qual já tive a alegria de visitá-lo por duas ocasiões. A primeira vez fui à sua terra natal quando, juntamente com ele e Virgínia, viajamos por terra de Honduras até o México passando pela Guatemala, Nicarágua e El Salvador. Foi quando testemunhei as lamentáveis desigualdades sociais destes países. A outra vez foi recentemente, quando em Denver, Estados Unidos &#8211; cidade onde Esmelin se estabeleceu como empreendedor – quando ele nos recebeu com grande afabilidade .</span></p>
<p>A parte prática do CEMUAM se realizou em Santa Catarina quando tivemos uma relação próxima com as nuances das gestões municipais. A participação neste curso muito influenciou a minha militância no movimento popular de Maranguape quando, juntamente com outros companheiros, fundamos o Movimento Maranguapense de Apoio Comunitário – MAC, e depois , a União das Entidades Comunitárias de Maranguape – UNECOM. Como arquiteto fui membro do Instituto dos Arquitetos do Brasil – Departamento do Ceará – IAB/ CE, onde exerci o cargo de vice-presidente.</p>
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		<title>Meus pais e meus irmãos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 18:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Autobiografia - Quem sou eu]]></category>
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					<description><![CDATA[Nasci no âmbito de uma família muito católica. No entanto, com o passar do tempo, me aprofundando mais nas questões espirituais me sensibilizou muito o princípio budista do equilíbrio e da igualdade de todas as pessoas. Diferentemente da doutrina das religiões ocidentais que sustentam que um ser transcendental é o responsável pela nossa vida, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:verdana;">Nasci no âmbito de uma família muito católica. No entanto, com o passar do tempo, me aprofundando mais nas questões espirituais me sensibilizou muito o princípio budista do equilíbrio e da igualdade de todas as pessoas. Diferentemente da doutrina das religiões ocidentais que sustentam que um ser transcendental é o responsável pela nossa vida, o budismo prega que cada um de nós é o responsável pelo nosso próprio destino, e que temos ainda a prerrogativa para mudá-lo para melhor. É a lei de causa e efeito. A revolução humana é a grande condição para a busca de uma sociedade justa e ecologicamente equilibrada. </span></p>
<div style="PADDING-BOTTOM: 0px; PADDING-LEFT: 0px; WIDTH: 232px; PADDING-RIGHT: 0px; FLOAT: left; PADDING-TOP: 0px"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" alt="" src="http://marcelosilva43.sites.uol.com.br/blog/autobiografia/18.jpg" width="232" height="300" /> </p>
<div style="PADDING-BOTTOM: 0px; BACKGROUND-COLOR: #003333; PADDING-LEFT: 0px; WIDTH: 232px; PADDING-RIGHT: 0px; FONT-FAMILY: Arial, Verdana, sans-serif; COLOR: #fff; FONT-SIZE: 11px; FONT-WEIGHT: bold; PADDING-TOP: 0px"><strong>Casamento de meus pais</strong></div>
<p></div>
<div style="PADDING-BOTTOM: 0px; PADDING-LEFT: 10px; PADDING-RIGHT: 0px; FLOAT: left; PADDING-TOP: 0px"><span style="font-family:verdana;">Meu pai chamava-se Raimundo, Raimundo da Silva Braga. Era um homem ligado profundamente à terra. Desta tirava o sustento da família sem no entanto agredi-la. Lembro-me muito bem quando ele falava da proteção dos ”guardas ventos”: concentração de árvores que eram preservadas nos sítios da serra para proteger as bananeiras e que se constituíam em verdadeiras reservas da mata. Outra marca de meu pai: condenava veementemente a matança de animais da serra. Combatia com rigor o uso da baladeira. A baladeira era uma arma/brinquedo muito usada na época pelas crianças e adolescentes.</span></div>
<p></p>
<div style="CLEAR: both"></div>
<p><span style="font-family:verdana;">Ela era constituída por um Y em madeira e uma liga de borracha que, após esticada, lançava uma pequena pedra em direção ao um alvo, geralmente pássaros e répteis, para matá-los. Sr. Raimundo &#8211; com certeza &#8211; vivesse hoje, seria chamado de ecologista. Ele possuía um sítio na serra onde cultivava e comercializava frutas, como: banana, laranja, abacate, café e outras. Casou-se com Sarah Carvalho da Silva, uma super mulher e mãe &#8211; cuidadoura fiel dos filhos &#8211; e uma companheira empreendedora, que com seu trabalho dedicado, produzia e vendia bolos e doces para complementar a renda familiar. Era referência na feira de Maranguape, aos domingos, a presença do tabuleiro de bolos da dona Sarah. Meus pais constituíram uma família de onze filhos.</span></p>
<p><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8i64drNph-8XhJhuooNsV3yJeGYzJFafPkSzZpXAfUsyxUrCJcIGJ0gmuGcxuF4iNWU4ALWiIzbHk6BGjzFXYa4LEL2H2LfUsLHcqSBmINCXFiLZKH_NE7UTyJ8wNpOsP7hlNpnOXgho/s1600-h/02.jpg"><img decoding="async" style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; FLOAT: left; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157917013760471010" border="0" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8i64drNph-8XhJhuooNsV3yJeGYzJFafPkSzZpXAfUsyxUrCJcIGJ0gmuGcxuF4iNWU4ALWiIzbHk6BGjzFXYa4LEL2H2LfUsLHcqSBmINCXFiLZKH_NE7UTyJ8wNpOsP7hlNpnOXgho/s400/02.jpg" /></a><span style="font-family:verdana;">Eu, juntamente com meu irmão gêmeo, Marcus Raimundo Carvalho da Silva, fomos os últimos a nascer. O local? Uma casa alpendrada no pé da serra de Maranguape, na localidade chamada Sítio Gavião. O parto de minha mãe, no início, foi realizado por Dona Nenen, a parteira da maioria das famílias maranguapenses. Porém, o parto complicou-se e, às pressas, foi chamado o Dr. Almir dos Santos Pinto, o médico da cidade, para salvá-la. </span></p>
<p><span style="font-family:verdana;">A lealdade de Dona Sarah foi tamanha ao Dr. Almir, que ela o escolheu, juntamente com sua esposa Dona Aracy, como meus padrinhos. Depois minha mãe tornou-se uma grande eleitora do Dr. Almir, votando sempre nele para Deputado Estadual. </span></p>
<p><span style="font-family:verdana;">Nasci no dia da padroeira de Maranguape, Nossa Senhora da Penha: oito de setembro. Uma curiosidade: numa viagem que fiz a Belo Horizonte fui à uma vidente e ela afirmou que eu nasci em um domingo &#8211; dia de Nanã e Ibují – Cosme e Damião ( Nossa Senhora de Santana ). Disse mais: que meu anjo da guarda chamava-se Ieratel e que meu guia espiritual era Xangô – São Jerônimo.</span></p>
<p><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgr47qHTC-Rgx8ZrBztwD-5xhz4CbjT3rm_aj3XslZ0BT2PkZ9lpOWjWeSxH8zHGAj43VUeC34yVicY8RcKXW94ZqgrjSLpZqjs-D48WJnERrYFJBmbOpbDABcUt1wUbNXSGlXfuVNluoo/s1600-h/03.jpg"><img decoding="async" style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; FLOAT: left; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157917447552167922" border="0" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgr47qHTC-Rgx8ZrBztwD-5xhz4CbjT3rm_aj3XslZ0BT2PkZ9lpOWjWeSxH8zHGAj43VUeC34yVicY8RcKXW94ZqgrjSLpZqjs-D48WJnERrYFJBmbOpbDABcUt1wUbNXSGlXfuVNluoo/s400/03.jpg" /></a><span style="font-family:verdana;">Da minha infância guardo as recordações de uma vida pacata onde as brincadeiras eram compartilhadas sempre com meu irmão Marcus. Jogar botão, brincar de cabiçulinhas ( bolas de vidro ), juntar carteiras de cigarro para jogar dado e tomar banho no rio Gavião eram as brincadeiras mais freqüentes. Na adolescência a melhor brincadeira era jogar futebol. A grande referência foi o campeonato de futebol de peladas que se realizava no campo do senhor Silva na Pirapora. Tínhamos um campeonato que era organizado por uma diretoria sempre atuante. Em uma das gestões da diretoria cheguei a ser o presidente. Meu time era o Morcego Futebol Clube. O nome era justificado devido sermos considerados “chupa sangue”. A equipe era formada, principalmente, por parentes da família e, em um dos campeonatos, chegamos a ser campeão. </span></p>
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